Crítica | A Maldição do Queen Mary

A história do Queen Mary é impressionante, um dos navios com maior capacidade de viajantes e velocidade a estar envolvido na Segunda Guerra Mundial, os seus anos em atividade e histórias que o envolvem tornam a embarcação um grande atrativo para diversas pessoas que podem visitá-lo aos finais de semana em Long Beach, Califórnia. Um navio que passou por diversas situações deve ter algumas situações inusitadas para contar, e é claro, alguma que envolva o sobrenatural. É com esse pano de fundo que A Maldição do Queen Mary se estabelece, quando Anne Calder (Alice Eve) e seu filho Lukas (Lenny Rush) vão encontrar com representantes do navio para um possível trabalho para Anne. Na embarcação, se encontram com Patrick (Joel Fry), marido de Anne.

Nessa visita ao Queen Mary, Patrick e Lukas participam de um tour enquanto Anne conversa com o capitão do Navio, Bittner (Dorian Lough). Uma tragédia acontece na piscina do navio com Lukas, que passa despercebida já que a única coisa notável são as roupas totalmente molhadas do filho. Esse é o início de uma jornada que irá se desvelar pelas cabines e corredores do imponente Queen Mary, enquanto alguns de seus segredos são revelados.

Crítica | A Maldição do Queen Mary 1
Imagem: Divulgação

A história tem uma base bem interessante, mas é mal explorada, o roteiro se confunde com tantas narrativas paraleleas e distintas, fazendo com que diversos pontos fiquem sem explicação e apenas jogados durante o filme. As diversas indas e vindas de tempo, que tentam bagunçar a percepção de tempo também é mal-explorada e muitas vezes atrapalha a continuidade do longa. Diversas ideias boas são desperdiçadas, em uma tentativa de fazer com que o terror causado pelos fantasmas presos naquele local seja impactante, se tornam apenas desconexas e sem impacto real, seja para a história ou para o espectador.

As transições entre cenas e os efeitos especiais merecem uma atenção especial, apesar de todos os furos de roteiro, a dedicação a esses detalhes tem mérito por serem bem executados, ocorrendo de forma fluida e em sua grande maioria tornando uma experiência interessante para quem está assistindo.

Ainda que A Maldição do Queen Mary tenha seus pontos positivos, eles pecam no principal, a história em si. Para quem gosta de ver fantasmas perseguindo os vivos, é uma boa opção, mas não espere grande coerência e nem um final surpreendente.

A Maldição do Queen Mary (Haunting of the Queen Mary) estreia em 14 de dezembro nos cinemas e conta com distribuição pela Diamond Filmes.

Crítica | A Maldição do Queen Mary 2
Imagem: Divulgação
Nota do Thunder Wave
Ainda que A Maldição do Queen Mary tenha seus pontos positivos, eles pecam no principal, a história em si. Para quem gosta de ver fantasmas perseguindo os vivos, é uma boa opção, mas não espere grande coerência e nem um final surpreendente.

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