sábado, 4, dezembro, 2021

Crítica | Falcão e Soldado Invernal

Chegou ao fim a segunda série da Marvel no Disney Plus, e ela apresentou novos conceitos e expandiu o universo da Marvel.

Há 10 anos a Marvel lançava ‘Capitão América – O primeiro vingador‘, e desde então o personagem ganhou um enorme peso dentro do universo cinematográfico da empresa, e mesmo estando morto após os acontecimentos do último longa, Vingadores: Ultimato, os preceitos do que o personagem e seus símbolos significam ainda estão vivos na Marvel.

A nova série do Disney Plus, Falcão e O Soldado Invernal reforça o peso do símbolo do herói, e possui uma proposta totalmente diferente da de sua antecessora WandaVision.

Falcão e O Soldado Invernal mostra a continuação da vida dos personagens, e como cada um está enfrentando os seus traumas, com Sam (Anthony Mackie), o Falcão com as suas dúvidas em relação ao escudo do Capitão América, e Bucky (Sebastian Stan) batalhando contra os seus fantasmas do passado como um assassino.

A série recupera personagens que já havíamos visto nos cinemas, como o Barão Zemo (Daniel Brühl) e Sharon Carter (Emily VanCamp), dando uma maior profundida aos personagens, e criando uma história ainda mais interessante para ambos, o que deixa uma esperança de vê-los novamente dentro do MCU.

Além dos personagens que retornam dentro da minissérie do Disney Plus, foram inseridos novos como o Joaquin Torres (Danny Ramirez), John Walker (Wyatt Russel), Eli Bradley (Elijah Richardson), Condessa de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), Karli Morgenthau (Erin Kellyman) e Isaiah Bradley (Carl Lumbly), e destes a maioria deve ter um futuro nos filmes e séries, pois diversos deles deixaram uma ponta em aberto com o fim de Falcão e O Soldado Invernal.

Discussões sociais

A série carrega diversas questões sociais que dão uma carga emocional maior a toda a trama, como a racial e imigratórias, que acabam por se encaixar de maneira esplendida, mostrando o lado da falta de reconhecimento das minorias, como as diferenças no tratamento que Sam Wilson tem como pessoa e como o herói Falcão.

Os episódios com uma média 50 minutos são impactantes e sob medida para aprofundar a narrativa, onde os arcos de todos os principais personagens, não deixam ninguém de lado e a cada episódio levantam novas pontas que se resolvem no final.

A vilã

Já a vilã Karli Morgenthau foi a líder do grupo Flag Smashers. Nos quadrinhos esse nome foi utilizado por dois vilões do Capitão América. Já na série o nome foi adaptado como uma facção de refugiados que sofrem medidas restritivas em decorrência dos eventos de Vingadores Guerra Infinita e Ultimato.

A série mantém a sua qualidade desde a eletrizante cena inicial de ação, até a tranquila cena familiar no final, não deixando momentos de respiros para o espectador, aproveitando ao máximo os recursos já estabelecidos pela Marvel em outras obras, assim como faz com os elementos apresentados durante a aventura.

Em termos da macro visão do universo Marvel, a série mostra uma renovação no ritmo de narrativa, em relação as demais do Marvel Studio, e essa parece ser uma proposta clara dessa nova fase da Casa das Ideias em diversificar seus produtos.

Em Falcão e O Soldado Invernal temos um vislumbre do futuro dos Vingadores, e mais que isso, nos dá esperança e empolgação ainda maior para o futuro da Marvel Studios.

Nota do Thunder Wave
A série cumpre o prometido em relação ao legado do Capitão América, apresenta novos elementos de maneira magnifica, consegue realizar criticas em relação a sociedade atual e mostra que o novo 'tom da Marvel', é não ter tom.

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