sábado, 23, outubro, 2021

Crítica | Os 3 Infernais

Rob Zombie, diretor e produtor de Halloween (2007) e Halloween II (2009), retorna aos cinemas com Os 3 Infernais, o filme é uma sequência de A Casa dos 1000 corpos (2003) e Os Renegados do Diabo (2006), trazendo a família Firefly de volta.

Crítica | Os 3 Infernais 1
Paris Filmes | LionsGate

A Família Firefly

Sua primeira aparição foi em A Casa dos 1000 Corpos, onde na véspera do dia de Halloween dois casais que estão viajando resolvem conhecer o museu de uma lenda local Dr. Satan e acabam conhecendo a família Firefly ao darem uma carona a Baby (Sheri Moon Zombie, esposa de Rob Zombie) e sendo, por fim, assassinados pela família.

Em sua continuação Os Renegados pelo Diabo, a casa da família é alvejada por policiais, liderados pelo xerife John Wydell que busca vingança pela morte do irmão, entretanto, Baby e Otis (Bill Moseley), seu irmão, conseguem fugir do tiroteio e se encontram com o pai Capitão Spaulding (Sid Haig), levando os três a fugirem das autoridades deixando um rastro de carnificina e sangue por onde passam.

Os Três Infernais

Retomando os acontecimentos do último filme através de reportagens, ficamos sabendo que o Capitão Spaulding, Otis e Baby, mesmo baleados e com chances de sobrevivências praticamente nulas, resistem aos ferimentos de bala e que a imprensa sensacionalista chama de recuperação satânica. Estando nesse início a provável inspiração para o nome do longa, já que os três voltam “do Inferno”. O filme aborda a permanência deles na prisão até a fuga improvável de Otis e seus esforços para tirar a irmã da cadeia.

No melhor estilo gore, Rob não poupou o uso de sangue e violência, mostrando que seus personagens realmente não demonstram compaixão por ninguém além da própria família e a si mesmo e que vale literalmente tudo para conseguirem o que desejam, ninguém que cruza o caminho do clã Firefly está a salvo, a vida do próximo não tem valor nenhum.

Acompanhar as artimanhas para tirar Baby da prisão e da ajuda de um novo integrante, Coltrane (Richard Brake), e toda a matança que os envolve faz com que não exista tempo para respirar aliviado, estando sempre atentos para quem serão as próximas vítimas.

Crítica | Os 3 Infernais 2
Paris Filmes | LionsGate

Capitão Spaulding?

A quase total ausência do Capitão Spaulding é notada, sendo que o personagem aparece apenas no começo do longa, segundo o diretor, Sid Haig esteva internado antes do começo das gravações, por uma queda que teve em sua casa, e devido a sua condição foi autorizado a gravar apenas se não fosse exaustivo. Infelizmente, o ator veio a falecer no dia 21 de setembro desse ano, decorrente de complicações devido a uma infecção pulmonar.

Mesmo sendo um filme classificado como Horror, os elementos de ação com tiroteios, e uso de armas não tão convencionais, estão presentes o tempo todo, o que nos faz segurar o fôlego a todo momento. O resgate da franquia, mesmo após tanto tempo do seu antecessor, não deixa a desejar em crueldade, cenas fortes, representando bem o estilo de seu diretor

Crítica | Os 3 Infernais 3
Paris Filmes | LionsGate

A estreia no dia 24 de outubro faz com que seja uma excelente opção para os amantes do Halloween e que não resistem a um filme gore. A produção da Lionsgate é distribuída pela Paris Filmes.

Nota do Thunder Wave
Com muitos elementos gore, matança e sangue, o terceiro filme sobre a família Firefly é uma boa pedida para esse Halloween, mostrando bem as marcas do seu editor e produtor Rob Zombie.
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