sexta-feira, 27, maio, 2022

Crítica | Pacificador

Após alguns tropeços, pouco a pouco a DC parece estar organizando seu universo cinematográfico, e uma peça importante nessa reestruturação foi o diretor James Gunn, o diretor foi o responsável pela popularização de Guardiões da Galáxia na Marvel.Já na concorrente ele foi o responsável por recuperar a imagem do Esquadrão Suicida, e a partir da equipe, dar uma importância aos membros maior do que a que eles possuem nos quadrinhos.

O Pacificador (John Cena) é talvez o caso mais notório desses membros, o personagem protagoniza a primeira série do DCEU, e a primeira série original do HBO Max com personagens da editora.

Para formamos uma opinião concreta com pontos e positivos da séries, precisamos voltar em O Esquadrão Suicida, pois os dois se esbarram, e vamos começar pela escolha de elenco, o ator e lutador John Cena, em suas entrevistas sempre se mostrou disposto e entregue ao projeto, inclusive participava de eventos e entrevistas com a roupa de seu personagem.

Crítica | Pacificador 1
HBO Max

Essa sintonia e paixão pelo personagem dá um peso maior a sua atuação e identidade com Christopher Smith, e hoje é capaz de criar um laço e empatia entre o personagem e o espectador.

A série começa exatamente de O Esquadrão Suicida terminou, e acompanha o personagem em uma nova missão secreta e com uma premissa até similar com a do longa, mas dessa vez com uma escala um pouco menor, porém ainda assim foi necessário uma equipe para salvar a terra.

A equipe que atua junto ao protagonista nessa nova missão é composta originalmente por Emilia Harcourt (Jennifer Holland), Leota Adebayo (Danielle Brooks), John Economos (Steve Agee) e Clemson Murn (Chukwudi Iwuji), posteriormente o Vigilante, alter ego de Adrian Cahse (Freddie Stroma) integra o grupo.

Essa última adição merece um destaque a parte, pois o personagem entra na trama organicamente, e é o melhor alívio cômico da série, mesmo que a série conte com uma águia de CGI, ele ainda assim leva o posto de melhor personagem com o seu comportamento estúpido e cativante.

Crítica | Pacificador 2
HBO Max

James Gunn não deixa a trama se levar a sério, e isso dita o tom de Pacificador, uma grande mistura de ação, humor e momentos mais sentimentais, e essa miscelânea dá a série um tom único e intrigante.

O roteiro não possui nenhuma grande inovação e a história é genérica, e funcionaria tranquilamente em outra configuração de equipe como Esquadrão Suicida 2, mas a simplicidade por trás da produção não torna a série menos interessante ou atrativa para os fãs.

A DC inicia as suas produções no HBO Max com o pé direito, com uma série que resgata elementos clássicos dos quadrinhos, e expande o DCEU mostrando todo o potencial de um universo rico que ainda tem muito a ser explorado nas telonas e nas telinhas

Nota do Thunder Wave
Pacificador entrega o que foi prometido em O Esquadrão Suicida: Ação, Humor e uma pluralidade de tom ao DCEU.

Artigos Relacionados

Comentários

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por Favor insira seu nome aqui

Instagram

Bombando

Mais vistos da semana

Siga Nossas Redes

Tem conteúdo exclusivo por lá
6,825FãsCurtir
0SeguidoresSeguir
4,220SeguidoresSeguir

Recentes

Conteúdo fresquinho

Thunder Fic's

Tudo sobre roteiro
Pacificador entrega o que foi prometido em O Esquadrão Suicida: Ação, Humor e uma pluralidade de tom ao DCEU.Crítica | Pacificador
pt_BRPT_BR
Thunder Wave-Filmes, Séries, Quadrinhos, Livros e Games Thunder Wave