segunda-feira, 27, junho, 2022

Crítica: The Summer I Turned Pretty – 1ª Temporada

Prime Video liberou recentemente o primeiro teaser da série The Summer I Turned Pretty que chega em junho na plataforma. Para quem não conhece, O Verão que Mudou Minha Vida aborda um triângulo amoroso entre uma garota e dois irmãos, a relação em constante evolução entre mães e filhos e o poder duradouro de uma forte amizade feminina. É uma história de amadurecimento sobre o primeiro amor, a primeira decepção e a magia daquele verão perfeito.

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A série é baseada no romance escrito por Jenny Han que é a responsável por escrever o piloto e será a showrunner da série marcando seu primeiro trabalho para TV. Juntamente com Han, estão Gabrielle Stanton, Karen Rosenfelt, Paul Lee, Nne Ebong e Hope Hartman. Lembrando que a série é uma co-produção entre a Amazon Studios e wiip.

E a convite da Amazon, nós assistimos aos oito episódios da série que estreia na plataforma na segunda quinzena de junho e vamos compartilhar aqui o que achamos de The Summer I Turned Pretty.

É uma série teen e aborda aquelas situações clichês desta fase que não é só marcada por ser um momento de transição, de sair da infância e entrar na adolescência e caminhar para o momento jovem adulto, mas pelas descobertas, experiências, frustrações, sonhos… por ser uma jornada de amadurecimento.

Crítica: The Summer I Turned Pretty - 1ª Temporada 1
Lola Tung é Belly em O Verão que Mudou a Minha Vida / Reprodução Amazon Prime Vídeo

The Summer I Turned Pretty conta com oito episódios que são acompanhdos por hits conhecidos da atualidade, De Cruel Summer de Taylor Swift a Happier Than Ever de Billie Eilish, a nova trama da Amazon Prime Vídeo vem com um repertório musical bem interessante e algumas dessas escolhas até que combinam com a atmosfera adolescente que a obra transmite.

O elenco anunciado contará com Lola Tung, Gavin Casalegno e Christopher Briney que darão vida ao trio protagonista, sendo então Belly, Jeremiah e Conrad respectivamente. Além dos nomes acima temos: Jackie Chung, Alfredo Narciso, Summer Madison, David Iacono, Rain Spencer e Tom Everett Scott.

É um time carismático e conseguem transmitir através de suas atuações as emoções e inquietações de ser adolescente. A persongem principal, Belly, está naquele momento de descobrimento, das paixonites, do abrochar. Talvez seja, por isso, que temos a questão do baile de debutantes, que é uma passagem para as meninas que se tornam mulheres. Mas se engana quem pensa que a trama só aborda esse lado.

Crítica: The Summer I Turned Pretty - 1ª Temporada 2
O livro, originalmente lançado em 2009, no Brasil é publicado pela editora Intrínseca, desde 2019.

Aqui vemos muito a questão das amizades entre mulheres. As mães de Belly e dos irmão Conrad e Jeremiah, são amigas há muito tempo e é aquele tipo de amizade que vemos verdade nas trocas, no carinho, no respeito uma com a outra. É semelhante com a amizade que testemunhamos em Amigas para Sempre da Netflix. E assim como na trama adaptada pela concorrente, uma delas também tem uma doença que pode ser terminal. E esse é o gancho para uma segunda temporada que já foi confirmada mesmo sem a estreia da primeira.

No roteiro não vemos grandes surpresas, é mais do mesmo. Com uma pequena reviravolta no arco de Conrad que parece saber sobre a doença da mãe. A fotografia poderia ter ousado mais, porém não comete muitos erros. O figurino – me senti representada pela protagonista, porque assim como ela eu amo um chinelo -, soube ser usado de acordo com os ambientes em que os personagens estavam. No geral, conseguimos sentir o verão, mas faltou algo para que realmente fosse mágico mesmo.

Quanto as subtramas, algumas tem os seus pontos encerrados sem deixar pontas soltas como a breve história entre Belly e Cam. Mas algumas outras terminaram em aberto e que acreditamos ter continuidade nas próximas temporadas já que são três livros.

É incompreensível o motivo da fixação da autora em ter triângulos amorosos em seus livros. E nesse então, desnecessário. A protagonista se apaixona por um irmão, porém o outro também nutre sentimentos por ela. Não faz sentido impor algo assim, pois só trará mais frustrações e desentendimentos.

Lembrando que o livro, originalmente lançado em 2009, no Brasil é publicado pela editora Intrínseca, desde 2019. E a adaptação chega as telonas em breve.

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