quarta-feira, 2, dezembro, 2020
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Crítica: Dezesseis Luas

Dezesseis Luas (Beautiful Creatures) é um filme baseado no livro, de mesmo título, escrito por Margareth Stohl e Kami Garcia. Seguindo o famoso gênero infanto- juvenil romance entre humanos e seres sobrenaturais que conquistou os jovens do mundo inteiro, Dezessete Luas está sendo comparado com a saga Crepúsculo por seguir a mesma ideia central.

Aqui, temos a história narrada por Ethan Wate (Alden Ehrenreich), estudante morador de Gatlin, um pequeno vilarejo em Carolina do norte onde “nada acontece”. Ethan costuma ter sonhos misteriosos com uma menina que não conhece, mora com seu pai, que não deixa seu escritório desde que a mãe de Ethan morreu, e recebe cuidados de Amma (Viola Davis). Ethan deseja sair o mais rápido possível dessa cidade, sonhando e contando os dias para fazer a faculdade em outra cidade. No último ano do colegial, algo que ninguém na cidade esperava acontece: aparece uma aluna de fora. Essa aluna, Lena Duchannes (Alice Englert) é sobrinha de Macon Ravenwood (Jeremy Irons), recluso e taxado de satanista pelos habitantes da cidade. Essa crença faz com que a população se volte contra a família de Lena, que descobre ter poderes e aos 16 anos se tornará uma feiticeira da luz ou das trevas, mas devido ao histórico das mulheres de sua família,tem uma forte tendência à se tornar má.

Como toda boa história juvenil, temos o amor do casal principal sofrendo muitas dificuldades para conseguirem ficar juntos, aqui temos a maldição, o medo de Lena de se envolver e acabar machucando-o se se tornar má, e a família, a irmã Ridley Duchannes (Emmy Rossum) e a mãe Sarafine (Emma Thompson) que querem levar Lena para o lado negro da força   lado das trevas. A história se desenrola com algumas (poucas, na minha opinião) participações do amigo de Ethan, Link(Thomas Mann), e Ethan dando todo o apoio que consegue para Lena se tornar do bem, mesmo com ela tentando afastá-lo dela.

beautiful creatures

Sobre a comparação com a saga Crepúsculo, minha opinião é que o filme e o livro tem sim suas semelhanças, para começar do enredo principal, mas acho que esse tipo de trama já se tornou um Clichê em várias obras, por isso acho injusto apenas a menção do Dezesseis Luas nessas comparações. Uma grande semelhança é o modo como o longa é feito, as cenas lembram muito a saga, tanto no visual como no jeito meio “parado”.

Num geral, o filme é melhor do que Crepúsculo. Conta com uma dose de humor bem distribuída e com um elenco digno de conseguir chamar um pouco de atenção. Ainda assim, pode acabar ficando cansativo.

Um ponto que achei muito interessante na história, quando estava lendo o livro, foi ser narrado por Ethan, e não pela menina inocente e injustiçada como geralmente é. Também achei muito interessante o fato de Lena não ser esse tipo de garota, injustiçada, inocente e perdidamente apaixonada, e sim, uma garota  forte e decidida. Por fim, achei que faltou um pouco de Amma na produção, não ficou bem retratado o “medo” e respeito que ela passava no livro.

Como conclusão geral, deixo aqui minha dica a quem está pensando se assiste ou não o filme: Se você gosta desse tipo de enredo juvenil, no estilo Vampire Diaries e Crepúsculo, com certeza deve assistir. Se não, irá achar filme cansativo.

 

Nota do Thunder Wave

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