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The French Chronicle | 6 trivia about the new Wes Anderson film

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The French Chronicle, the latest film by the American director Wes Anderson, hits the big screen with all the features fans expect from a story created by the iconic filmmaker: renowned cast consisting of frequent contributors, quirky characters, a unique visual aesthetic, witty script and high doses of sarcastic humor, among others.

The new film follows the adventures of a group of journalists from The French Chronicle, a prestigious American publication based in a small town in France. Structured around the chronicles included in a particular issue of the magazine, the story immerses the public in the circumstances in which each of the articles written took place, thus getting to know both the journalists who wrote them and the personas who starred in them.

Check out six fun facts about the production of The French Chronicle are perfect for entering “Wes mode”:

6TRIPLE INSPIRATION 

As Anderson himself points out, his new film has three sources of inspiration: the prestigious American publication The New Yorker, French cinema and the aesthetics of France, a country that adopted the filmmaker in recent years. “I remember an interview I once read with Tom Stoppard where someone asked him where one of his works had come from and he said that it was always two ideas of different origins that he gathered and turned into his next work. This is exactly what happens to me every time. And this movie is actually three things: a collection of short stories, something I've always wanted to do; a film inspired by The New Yorker and the kind of reporter he was always known for publishing; and having spent a lot of time in France over the years, I've always wanted to make a French film, and a film that was related to French cinema.”, says the director.

Actor Owen Wilson, Anderson's university roommate and recurring contributor to his films, says that in his university years, the director read the The New Yorker constantly. “He read The New Yorker all the time, which was quite unusual. I believe he was not a subscriber, as that would have been beyond his financial reach, but he was completely absorbed by that magazine. What a thoughtful gift to all those writers", says Wilson.

For his part, Andrew Weisblum, Anderson's longtime editor, comments: “The film was born out of his love of cinema, French literature and culture and his experiences in France over the last ten years or so, and I believe that's what he wanted to evoke and share in this film.”.

5UMA COLEÇÃO DE CRÔNICAS 

O filme é estruturado em quatro seções, dedicadas às quatro crônicas incluídas na revista. Trata-se de uma coleção de histórias repletas de visuais requintados, hilárias reviravoltas no enredo e performances comoventes. A primeira é uma crónica colorida do jornalista Herbsaint Sazerac (Owen Wilson) sobre Ennui-sur-Blasé, a encantadora cidade onde se passa o filme. A segunda gira em torno da obra de arte do pintor criminoso Moses Rosenthaler (Benicio del Toro e, quando jovem, Tony Revolori), que é implacavelmente promovido e vendido a preços cada vez mais astronômicos pelo negociante de arte Julian Cadazio (Adrien Brody) e seus dois tios (Bob Balaban e Henry Winkler). A terceira crônica, da ensaísta Lucinda Krementz (Frances McDormand), é um relato pessoal das reinvindicações e paixões, políticas e sexuais, que leva a romântica e desencantada juventude de Ennui à guerra com seus professores adultos, e a iniciar uma tumultuada greve geral que leva ao fechamento de todo o país. A coleção é completada pelo retrato do lendário chef Nescaffer (Stephen Park), o cozinheiro do policial da cidade, que repentinamente se torna em um relato de suspense contra o relógio.

4BEM-VINDOS A ENNUI-SUR-BLASÉ 

Após considerar a possibilidade de criar a cidade de Ennui-sur-Blasé na sala de edição a partir de várias locações, Anderson e sua equipe decidiram se estabelecer na cidade de Angoulême, na região sudoeste da Nova-Aquitânia.  “Angoulême tinha a antiguidade a arquitetura adequadas, mas, mais especificamente, tinha todas as curvas, esquinas, escadas e pequenos viadutos; todo esse empilhamento vertical único de marcos históricos. Isso produzia belos quadros e também sugeria certas áreas de Paris, Lyon e outras cidades francesas”, diz o designer de produção Adam Stockhausen. Em Angoulême, Anderson e sua equipe encontraram uma antiga fábrica de feltro que transformaram em um estúdio de cinema em miniatura, montando uma oficina de construção, uma oficina de criação de maquetes e dois cenários.

3COM O SELO DO KANSAS 

De uma forma ou de outra, os caminhos de The French Chronicle também levam ao Kansas, estado do centro-oeste dos Estados Unidos que atravessa o filme. Por um lado, o nome em inglês da publicação centro da trama é The French Despatch of the Liberty Kansas Evening Sun, uma clara referência às origens dos criadores da lendária The New Yorker. Harold Ross, o cofundador da revista e William Shawn, seu sucessor, foram inspiração para o personagem de Bill Murray no filme e são ambos nativos do centro-oeste. “Para mim, o Kansas é o lugar mais norte-americano dos Estados Unidos”, diz Anderson. Outra referência? “Uma Obra-Prima Concreta”, a primeira história prolongada apresentada no filme, é enquadrada por uma conferência da autora da história, J.K.L. Berenson (Tilda Swinton) em um centro cultural do Kansas.

2130 SETS 

Alinhado com os demais filmes de Wes Anderson, The French Chronicle segue as características de enquadramento do diretor, no estilo de dioramas vivos. “Quando li o roteiro, já nas primeiras trinta páginas ficou claro para mim que cada frase exigia um novo set. Isso veio diretamente da animação, onde cada cena é realmente seu próprio cenário e há uma atenção microscópica constante para cada detalhe visual”, explica Weisblum. O produtor Jeremy Dawson acrescenta: “Acho que neste filme havia cerca de cento e trinta sets diferentes, a maior criação de set e preparação de cenários que já fiz. Cada um tinha seu próprio estilo e a única maneira de fazer isso de forma econômica era mantar as coisas bem próximas umas das outras, reutilizando coisas sempre que possível e fazer isso de maneira inteligente… e ter uma equipe de design de produção extraordinariamente talentosa liderada por Adam Stockhausen e sua incrível equipe francesa, todos esses artesãos e criadores de placas e artistas de cenário de ópera. Todos eles fizeram um trabalho incrível”.

1VETERANOS E ESTREANTES

 De acordo com o estilo de Wes Anderson, The French Chronicle conta com um elenco excepcional. Aos renomados atores e atrizes que colaboram assiduamente com o cineasta, como Bill Murray, Adrien Brody, Owen Wilson, Jason Schwartzman e Tilda Swinton, acrescenta-se outros nomes famosos que fazem sua estreia no “universo Anderson”. E quem são alguns deles? Benicio del Toro, com quem Anderson desejava trabalhar há muito tempo, a atriz francesa Léa Seydoux e o ator Timothée Chalamet, que descreve a experiência de fazer parte de um dos filmes do diretor: “É uma máquina muito bem azeitada. Nada é desperdiçado, cada parafuso e cada fio funcionam, e todos trabalham juntos, desde (o operador de Steadycam) Sanjay e o (diretor de fotografia) Bob Yeoman até (a figurinista) Milena e Adam Stockhausen e suas equipes. E, claro, Wes, que é sempre inspirador – e um pouco intimidante, seu papel de capitão, porque tem uma atmosfera circense de comunidade boêmia, mas absolutamente tudo funciona como um relógio – todos estão unidos por trás da visão de Wes. E todos contribuem para que isso ganhe vida”.

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