terça-feira, 24, novembro, 2020
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Crítica: Guerra Mundial Z

Um terrível e misterioso vírus se espalha pelo mundo, transformando as pessoas em zumbis. A velocidade do contágio é rápida e o governo americano , para salvar a humanidade, recruta algumas pessoas importantes para trabalharem junto com eles. Entre eles Gery Lane (Brad Pitt), um ex-investigador das Organizações das Nações Unidas (ONU), que estava aposentado. Lane resolveu mudar de vida e dedicar seu tempo à sua esposa Karen Lane (Mireille Einos), e às suas duas filhas Rachel Lane (Abigail Hargrove)Constance Lane (Sterling Jerins).

No início Gery recusa, mas ele se vê obrigado a aceitar a missão quando, junto de sua família, se vê no meio de um ataque e são salvos pelo governo americano. Os quatro são levados para um navio de refugiados e agora ele precisa ajudar a salvar não só o mundo, mas principalmente sua família que seria expulsa do navio onde estavam refugiados. Gery forma uma equipe e juntos voltam ao lugar onde se iniciou a contaminação para entender como se propagou e tentar conter a contaminação. Começa então uma corrida contra o tempo, que está cada vez mais curto, com a quantidade de humanos saudáveis diminuindo gradativamente.

Guerra Mundial Z - a família

Adaptado do livro do mesmo nome de Max Brooks, o longa é regido pela ação, como é costumeiro em filmes com essa temática. Por se tratar de um apocalipse zumbi, tem tudo que o público espera: momentos de tensão e criaturas estranhas. Porém, por mais que tente inovar no desfecho final, Guerra Mundial Z acaba caindo na mesmice do tema, sendo mais um entre vários que resolveram tratar desse assunto.

Com um orçamento de 125 milhões de dólares, a obra não poupou em efeitos visuais e figurantes. A incrível quantidade de figurantes chegou até a dar problema, quando uma delas caiu em uma cena em que estão subindo o muro. A coitada só não foi mais pisoteada porque teve a ajuda de Brad, que saiu correndo para carregá-la. Foi inclusive muito fofo da parte dele, né?

Confusões foi o que não faltou nas gravações desse filme. Tantos foram os contratempos, que tiveram de contratar um novo roteirista (Damon Lindelof) para reescrever o roteiro e mudar todo o terceiro ato até o final.

Com tanto problema, podemos dizer que Guerra Mundial Z, mesmo não sendo um exemplo de originalidade, se saiu bem. É um bom entretenimento básico, sem grandes expectativas, que conta com um ótimo elenco de apoio.

Dirigido por Marc Foster, Guerra Mundial Z estreia dia 28 de junho no Brasil.

 

Nota do Thunder Wave
O longa não inova, mas é uma boa aventura com zumbis.

1 COMENTÁRIO

  1. O filme foi muito,mais muito bem feito. É surpreendente,pois nele há muitas ações em que um jovem guerreiro arrisca a vida para salvar o mundo e principalmente sua família do vírus….E o mais emocionante foi na hora que ele entrou no laboratório para pegar as amostras que poderiam combater combater o vírus
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