quarta-feira, 27, outubro, 2021

Crítica | Loki – 1ª temporada

Loki torna-se a principal série do Universo Marvel ao explorar e apresentar o multiverso e mostrar que tudo o que veio antes, eram apenas peso de papel.

A crítica abaixo, terá spoilers e comentários dos quadrinhos.

Loki terminou. Quem imaginava que a série seria como WandaVision e Falcão e o Soldado Invernal, ou seja, uma minissérie, teve uma grande surpresa nesta semana com a confirmação da segunda temporada. E caso não tenha visto nenhuma notícia sobre o assunto, acabou vendo na cena pós crédito.

A série do Disney+ acabou sendo a mais importante para todo o Universo Marvel. Primeiro por nos brindar finalmente com o multiverso. E pelo final trazer um dos vilões mais poderosos dos quadrinhos: Kang, O Conquistador.

No último episódio ele é chamado como Aquele que Permanece, mas os fãs das HQs perceberam ou ainda irão, que ele é uma mistura entre o personagem com Kang. Tanto que ele diz por quais nomes é conhecido, entre eles: Conquistador.

Crítica | Loki - 1ª temporada 1
Aquele que Permanece nas HQs

Kang, o Conquistador é o suposto descendente de Nathaniel Richards, pai de Reed Richards, ele também pode ser considerado uma das contrapartes futuras do líder do Quarteto Fantástico, embora haja especulações de que na verdade seja parente do Doutor Destino, como sugerido em uma de suas primeiras histórias. Inimigo dos Vingadores e do Quarteto Fantástico ele também é um déspota temporal. Sua versão jovem se tornou o Rapaz de Ferro, dos Jovens Vingadores.

Além disso tudo, dá para ver bem no final na estátua em que aparece, novamente o personagem com as roupas de Kang, que por sinal, a referência foi dupla. Uma com suas vestes com a capa e a outra mais sóbria.

Crítica | Loki - 1ª temporada 2

Vale destacar que a interpretação de Jonathan Majors como Aquele que Permanece foi soberba. Mesmo com um apelo mais “louco”, ele deu muitas respostas que mostram o futuro do multiverso da loucura da Marvel. E se gostou do ator, ele retorna em Homem Formiga e a Vespa Quantumania. Também vale conferir a série Lovecraft Country onde o ator interpreta Atticus.

Tudo o que veio antes… não foi nada!

Crítica | Loki - 1ª temporada 3

Depois de tantos memes a respeito do estalar de dedos de Thanos, agora aqueles que só conhecem os personagens via cinema, irão ver o que é um vilão poderoso. E isto a série de Loki tem mostrado de forma bem feita quando as gemas da manopla aparecem como… peso de papel.

Sim, para os “senhores do tempo” e personagens como Kang, a manopla e o estalar de dedo de Thanos não significam nada. Portanto todas as perguntas de onde estavam vários personagens poderosos quando Thanos começou sua ameaça ao “universo”, não são nada.

É como te perguntar onde você estava quando as formigas estavam lutando por aquela migalha de pão no final da rua. Isto não interessa para você. E você acha que estes seres se importam com o que Thanos fez?

Isto tudo é exatamente o que a série Loki trouxe para os fãs do Universo Marvel. Verdadeiras disputas cósmicas, personagens que necessariamente não são bons ou maus. Um lugar que vai além do que achava que conheciam.

Crítica | Loki - 1ª temporada 4
Sanctum Sanctorum aparece na série. De forma bem rápida

Outro aspecto é ver que onde “Kang” estava é muito parecido com o Sanctum Sanctorum, morada do Doutor Estranho. Junte o título do longa Doutor Estranho no Multiverso da Loucura e sabendo que o filme do Homem-Aranha também terá algo com o multiverso e já deu para entender como Loki se tornou a série mais importante da Marvel.

Modo geral

Crítica | Loki - 1ª temporada 5

De um modo geral, a primeira temporada de Loki deixou muitos personagens sem suas conclusões, tirando Sylvie. Todos o elenco restante ainda terá muita história a ser contada na segunda temporada.

Mesmo assim, com mais altos do que baixos, tirando o terceiro episódio que foi o mais fraco porque deveria apenas trabalhar a relação de Loki com Sylvie, o restante dos 5 episódios foram agradáveis. Sendo o que mais segurou a série, foram os diálogos e o trabalho dos atores.

Tom Hiddleston volta a interpretar o personagem que tanto amamos e é o único a conseguir fazer uma San Diego Comic Con calar a boca com apenas um gesto. Owen Wilson mostrou um Mobius interessante e junto com Tom, trouxeram toda a base das perguntas que a temporada deveria responder, deixando para Sophia Di Martino, entregar uma versão Loki feminina cheia de astúcia para que pudessemos compreender o que era a TVA.

Loki termina deixando os fãs com um gostinho de quero mais. Aquela vontade de ver e saber o que virá no futuro e nem ao menos rever tudo o que veio anteriormente, pois percebeu que o que foi, ficou no passado e não importa mais. Mas sentar na frente da telinha e conferir novamente a primeira temporada de Loki, é mais do que necessária.

Nota do Thunder Wave
Loki torna-se a principal série do Universo Marvel ao explorar e apresentar o multiverso e mostrar que tudo o que veio antes, eram apenas peso de papel.

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