Essa é uma das semanas mais esperadas do ano! Isso mesmo. Nesta quinta-feira (17), estreia nos cinemas brasileiros o longa Malévola: Dona Do Mal. E antes de você curtir essa super estreia, que tal você relembrar o primeiro filme? 

O filme Maleficent foi lançado no dia 29 de maio de 2014. Dirigido por Robert Stromberg, o longa tem duração de 135 minutos e é distribuído pela Walt Disney Pictures. Baseado no conto A Bela Adormecida, Malévola retrata de forma bem simples a origem da vilã mais icônica da Disney. Ela levava uma vida tranquila, onde protegia seu reino em meio a uma floresta, até o dia em que um exército invasor de humanos ameaça a segurança da região. Malévola surge como a protetora do reino, porém a moça ingênua foi traída de forma cruel e ela se torna uma mulher amarga e fria. 

“E como acontece, a amizade se tornou algo mais.”
— Malévola

Sabe o que é pior do que uma mulher com fome e de TPM? Uma mulher de coração partido e que quer se vingar. Determinada, Malévola enfrenta uma batalha colossal contra o rei dos humanos e como consequência, amaldiçoa sua filha, Aurora, uma linda bebê recém-nascida. Ao longo do tempo, a menina vai crescendo, e a vilã que antes pareciam não ter sentimentos, vai aos poucos se apegando a princesa Aurora, não sabendo ela que a menina seria a responsável a trazer paz e a felicidade de todos, inclusive de Malévola.

Malévola
Stefan e Malévola | Imagem: Disney

O mais curioso é como podemos perceber a dualidade da protagonista que é posta em prova, a partir do momento em que a menina vai crescendo e a “vilã” vai se simpatizando com Aurora. O modo como ela trata a menina – praguinha- se torna um apelido fofinho. Vale lembrar que, Malévola e seu corvo/servo cuidam da menina, pois o trio de fadas toupeiras não dão conta do serviço. É um bom filme, mas tem algumas falhas. Cenas de ação com enquadramento fechado que dificulta saber o que estar ocorrendo ao redor, imagens borradas devido a velocidade conforme as coisas vão acontecendo e o exagero de close ups – galera, não é um produto televisivo, ok! – mas os efeitos são magníficos, como as fadas, as arvores e afins. 

“E nem um dia se passará sem que eu sinta falta do seu sorriso.”
— Malévola

Contudo, tem uma semelhança incrível! A cena do nascimento de Aurora, as fadas entrando e a chegada triunfal e super vilanesca de Malévola… foi o ápice. E se você, bom fã de contos de fadas, prestar atenção, verá que as falas do “live-action” são as mesmas da animação. Mas a cereja do bolo é a atuação de Angelina Jolie. Quando a personagem é boa e ingênua, Jolie a faz bem. Já em sua versão mais vilanesca, o tom empregado por Jolie é quase a versão animada de 1959.

“Adoro quando você implora.” — Malévola

O que é preciso para um filme ser bom? Emoção. Pode ser o melhor roteiro, o melhor diretor, a melhor equipe técnica, a melhor produção de Hollywood. Mas você sabe o que prende o público? Emoção, sentimento. A cena do beijo foi mal feita, a relação de pai e filha deixou a desejar, os acontecimentos entre Malévola e o rei parece que desapareceu, volta como se tivesse caído do céu no final. Mas, ainda sim é um bom filme. Foi indicado ao Oscar de 2015 por Melhor Figurino; ao Bafta de 2014 por Melhor Filme Infantil e ao júri Popular e Critics Choice Awards por Melhor Figurino e Melhor Maquiagem & Cabelo.

Agora que já estão inteirados do que aconteceu no primeiro filme, podem assistir Malévola: Dona do Mal

“Ela queria conhecer o mundo que havia além dela.”
— Malévola

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