sábado, 10, abril, 2021
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Crítica: O Grande Hotel Budapeste

Uma comédia bem sutil, esteticamente bonita, colorida e cativante. Em poucas palavras, essa é a melhor maneira de descrever a nova obra do diretor Wes Anderson, O Grande Hotel Budapeste (The Grand Budapest Hotel).

O atrativo mais chamativo de O Grande Hotel Budapeste é a produção. Além do já mencionando colorido do filme (praticamente não tem nenhum tom de cinza nele), que juntamente com os personagens com características exageradas dão uma cara de desenho animado à película, a fotografia e figurinos antigos são os verdadeiros destaques da mesma.

Baseado em textos do poeta austríaco Stefan Zweig , O Grande Hotel Budapeste nos conta, com uma narrativa dentro da outra, como Moustafa (F. Murray Abraham) se tornou o proprietário do Hotel Budapeste. Começando com a cena que mostra uma menina segurando o livro “O Grande Hotel Budapeste”, somos levados a uma entrevista narrada por Moustafa para um jovem escritor (Jude Law), que nos leva à 1932 onde Moustafa era conhecido como o Jovem Zero (Tony Revolori ), e tinha acabado de se tornar mensageiro do hotel.

Zero começa a desenvolver uma relação mais intima com o concierge do Hotel, Monsieur Gustave (Ralph Fiennes), que acaba mudando sua vida. A partir de então os dois estão sempre juntos, o que mostra como foi perfeita a química entre os atores. O novato Revolori entregou um papel muito bem representado, juntamente com Fiennes que só confirmou seu talento com seu personagem interessante que mantém relacionamentos com várias senhoras ricas e solitárias hospedadas no hotel. A relação entre os dois personagens fica muito clara, demonstra afeição entre eles mas com Mrs. Gustave sempre deixando claro que Zero é um subordinado.

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Ralph Fiennes e Tony Revolori

Após a morte de uma dessas senhoras, somos apresentados aos vilões, igualmente caracterizados como Cartoons, Adrien Brody e Willem Dafoe são os que mais se destacam. Algumas participações rápidas de famosos dão um toque especial à obra, Bill Murray, Edward Norton, Owen Wilson entre outros, aparecem em cenas curtas apenas para dar um ‘up’ no roteiro.

Budapeste
Willem Dafoe e Adrien Brody

Divertido e atraente, O Grande Hotel Budapeste é um filme gostoso de assistir. A impressão que tenho é que não importa o enredo do mesmo, o sucesso está na produção visual, a história se torna segundo plano nesse caso único.

O Grande Hotel Budapeste estreia dia 22 de janeiro nos cinemas brasileiros.

Veja a ficha técnica e elenco completo de O Grande Hotel Budapeste.

Nota do Thunder Wave
Com um lindo visual e divertido, é uma produção gostosa de assistir.

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