domingo, 20, setembro, 2020
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Crítica: Peter Pan (2015)

O personagem Peter Pan foi criado pelo escritor britânico J. M. Barrie em 1912 e teve sua história contada várias vezes em peças, animações, filmes, livros e em diversas outras mídias.

E em 2015 temos a nova adaptação do clássico quando somos levados ao período da Segunda Guerra Mundial e vemos que Peter (ainda sem o “Pan”), estrelado pelo jovem ator Levi Miller, é um menino de 12 que vive em um orfanato e é atormentado pela freira Barnadas (Kathy Burke) por ser sempre um menino questionador e atrevido com as palavras. Um dia, ele e várias crianças são sequestradas por piratas em um navio voador que parte para a Terra do Nunca, um lugar mágico e distante onde o capitão Barba Negra (Hugh Jackman – nosso querido Wolverine) escraviza crianças e adultos em uma pedreira para que encontrem Pixie, uma pedra preciosa que contém o pó de fada. E é aí que o menino Peter conhece James Gancho (Garreth Hedlund – de Tron: o Legado), que até então não é um pirata famoso e muito menos capitão do navio Jolly Roger.

Pan
Peter Pan | Imagem: Divulgação

Nessa recontagem do clássico conto de J.M.Barrie, a interação entre o jovem Peter e Gancho é um ponto de destaque, pois é a através dela que a história é contada. James Gancho é uma pessoa que só pensa em si mesmo, mas conhece um menino puro, de coração bom que só quer ajudar o próximo, mesmo tendo sido abandonado por sua mãe (Amanda Seyfried) em um orfanato. Um ponto crucial para o filme é que, diferente das outras histórias de Peter Pan, aqui temos o fato dos pais de Peter terem uma importância na história. Peter não é uma criança comum, ele é um destinado, uma espécie de escolhido, ele é um PAN.

A obra conta com algumas músicas clássicas do rock cantadas por Barba Negra e seus lacaios como: Smell like a teen spirit (Nirvana) e também Blitzkriegbop (Ramones), que por incrível que pareçam funcionam muito bem no filme, além das duas boas músicas contemporâneas da cantora Lily Allen: Little Soldier e Something’s Not Right.

Peter Pan
Hugh Jackman em Peter Pan | Imagem: Divulgação

Sobre os efeitos especiais, eles alternam bons e maus momentos. Em planos abertos, onde o cenário é todo digital, funciona muito bem, dando profundidade e qualidade aos efeitos, porém em planos fechados com integração dos personagens eles se tornam falsos e incompletos. Por se tratar de um mundo mágico como a Terra do Nunca, o filme poderia abordar mais efeitos práticos e/ou efeitos de melhor qualidade.

A direção é de Joe Wright( Orgulho & Preconceito), que comanda a obra de forma segura, mas sem fazer altas investidas ao rico mundo mágico da Terra do Nunca. O filme não foi bem de bilheterias tendo arrecadado apenas 15 milhões de dólares no final de semana de estreia nos Estados Unidos e com um orçamento de mais de 150 milhões de dólares, o que mostra que dificilmente teremos o retorno do diretor para uma sequência (se tiver).

Veja a ficha técnica e elenco completo de Peter Pan

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Nota do Thunder Wave

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