Resenha: A Pedra Pagã – Nora Roberts

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Em Irmãos de Sangue, Nora Roberts iniciou a trilogia Sina do Sete, apresentando a cruel maldição que cai sobre a cidade de Hawkins Hollow a cada sete anos. Agora, em A Pedra Pagã, a autora encerra essa interessante saga.

E em A Pedra Pagã, ela encerra lindamente os acontecimentos. Dessa vez com um foco maior em Cybill e Cage, o livro mostra o caminho para a temida batalha final. O grande destaque dessa obra é seus “protagonistas”. Cybill e Cage não fogem do padrão do romance, o casal prometia ser diferente desde os volumes anteriores e é exatamente isso que eles entregam, um caminho diferenciado e bem menos focado nos romances que comumente vemos nos livros.

Por isso, o tempo gasto nos preparativos para a batalha e novas descobertas é muito maior. Tudo flui naturalmente, com novos desafios e acontecimentos, até finalmente chegar em uma pequena e genial reviravolta que compensa a leitura de toda a trilogia.

Entretanto, a tão aguardada batalha deixa um pouco a desejar. Nada que de fato atrapalhe a experiência, mas tudo acontece tão rápido, ainda que de uma maneira bem racional, que pode deixar um sentimento de que faltou “algo a mais” para alguns leitores.

Sina do Sete é uma ótima trilogia, e Nora Roberts prova que ainda consegue impressionar, mesmo em com um tema já utilizado. É uma leitura cativante e até mesmo um pouco despretensiosa, que consegue prender do inicio ao fim sem dificuldades.

A Pedra Pagã é quase um exemplo de como terminar uma boa saga. Não se apegando ao felizes para sempre, a obra finaliza entregando exatamente aquilo que propôs, bem resolvida e sem enrolações.

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