sexta-feira, 27, novembro, 2020
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Review | Dark Souls 3

É com muita alegria e paz no coração (porque eu consegui terminar esse jogo do demônio) que eu trago pra vocês essa review do jogo mais casual do mundo, jogo fácil, para iniciantes, Dark Souls 3.

Bom, eu sou declaradamente viciado em Bloodborne, caso vocês não saibam fiz análise dele em texto e vídeo há algum tempo, leiam e assistam que vale a pena. Facilmente Bloodborne foi o melhor jogo de 2015 e acho que ele entra até no meu Top 5 melhores que já joguei, porém, se tratando de Dark Souls, esse é o primeiro que eu jogo.

Então, como nunca usei um escudo na vida, Bloodborne tem dois, mas eles não são muito úteis, decidi seguir a mesma linha em Dark Souls e jogar apenas na esquiva. Nem preciso dizer que me arrependi absurdos disso, né? Bloodborne é um jogo focado na esquiva, porque você não tem outra opção, Dark Souls não, você pode escolher como jogar, mas é meio óbvio que usar um escudo é mais fácil do que ter que esquivar de tudo que tenta te acertar.

Como em todos os outros jogos da From Software, a história de Dark Souls parece ser simples, mas possui diversos aspectos e segredos que deixam o a exploração para descobrir mais coisas muito interessante e recompensadora. Como não joguei os anteriores, não vou correr o risco de me aprofundar e falar besteiras. O seu objetivo nesse jogo é encontrar e levar de volta os Lordes das Cinzas para os seus tronos, que ficam no Santuário do Elo de Fogo, que funciona como a sua “base”, onde você pode comprar itens, subir de níveis, melhorar armas e etc. Ah, e o jogo está todo traduzido para pt-br, o que  ajuda muito, pois entender sem problemas as descrições dos itens e falas dos NPCs em um jogo tão complexo é crucial.

Review Dark Souls 3 (1)

Vamos falar do gameplay em si, o que também não é uma tarefa fácil pra quem não jogou os outros, mas posso pelo menos comparar com Bloodborne. Os comandos, jogabilidade, mecânicas funcionam basicamente igual Bloodborne, obviamente com algumas diferenças, pois esse é um game da franquia Souls. Tudo funciona muito bem, os comandos respondem bem. Quem já jogou não vai ter problemas e quem nunca jogou também não vai levar muito tempo para se acostumar. No começo eu sofri um pouco com a diferença de velocidade entre os jogos, pois Dark Souls é menos frenético, mas com poucos minutos isso deixa de causar estranheza e fica tudo bem tranquilo. E vale lembrar que esse é o Dark Souls menos lento de todos, não consigo nem imaginar como era o primeiro.

Você começa o jogo criando seu personagem, dá pra personalizar bastante coisa, mas admito que olhei pouco isso, pois não tenho muita paciência, e além do mais, durante 99% do jogo você vai usar um elmo que cobre toda a cabeça, qual o sentido de perder tempo com isso? Eu era uma ruiva gatinha e é isso que interessa. Gostaria de ser peituda também, mas o jogo não me permitiu.

Review Dark Souls 3 (4)

Os gráficos do jogo são bonitos, não é o gráfico mais top do Playstation 4 mas a profundidade do cenário, o background é algo de se aplaudir, as paisagens são muito bonitas e diversificadas. Os cenários são absurdamente detalhados, a From Software nunca poupou esforços para colocar algo em todos os cantos dos jogos. A iluminação e as sombras também são muito bem trabalhadas, assim como as partículas presentes no jogo, quando algo está pegando fogo, ou até mesmo quando você está em forma “humana” ficam saindo fagulhas do seu personagem.

A dificuldade do jogo não é novidade pra ninguém, né? Afinal essa é a marca registrada da franquia, ser difícil ao ponto de você sentir vontade de quebrar seu controle e chorar deitado no chão em posição fetal com o rosto molhado em suas próprias lágrimas. Claro que sempre tem pessoas que vão falar que o jogo não é tão difícil assim, que os outros são mais difíceis e mimimi. Olha, isso pode até ser verdade, mas nossa, como eu morri nesse jogo. Em algumas partes eu, eu morria 4~5 vezes no mesmo lugar, e nem estava no boss ainda! E falando em boss, com pouquíssimas exceções, a maioria é bem difícil e as lutas são bem intensas. Meu destaque negativo vai para um boss que é um dos Lordes das Cinzas, estava muito ansioso para enfrentá-lo, e quando cheguei lá, foi bem decepcionante a maneira como ele é derrotado. E seguindo a ideia de Bloodborne, agora todos os bosses possuem duas fases durante a luta, transformação que ocorre quando o HP dele atinge um ponto, e geralmente isso não é nada bom, porque as transformações nunca deixam a luta mais fácil, obviamente.

Review Dark SoulsMas, como em todos os jogos que existem no mundo, nem tudo é perfeito. Dark Souls 3 sofre com quedas de frame rate, Bloodborne, tinha problemas também, mas em áreas bem específicas, Dark Souls 3 sofre mas nesse aspecto, chegando algumas vezes a atrapalhar em lutas contra boss, algo realmente bem frustrante. A câmera continua com aqueles velhos problemas de ficar presa na parede quando enfrentamos bosses muito grandes, as coisas que jogadores da série já estão acostumados.

Pequenos defeitos que nem sequer arranham o brilho de um jogo que é título praticamente obrigatório para quem curte o gênero hack and slash e RPG.

Veja também a review em vídeo:

Escrito porPedro Henrique

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