sexta-feira, 27, maio, 2022

Review | KINGDOM of the DEAD

KINGDOM of the DEAD é um jogo divertido por si só, sem a necessidade de esperar por DLCs como os jogos atuais, além de ser desenhado a mão e trazer uma nostálgia para os fãs dos jogos de tiro em primeira pessoa.

KINGDOM of the DEAD, em resumo, é um jogo em primeira pessoa onde você deve pegar a sua arma e sair matando demônios. Em uma análise bem fria, é mais um jogo do gênero que chega para ser mais um dos lançamentos anuais dos títulos de terror e sobrevivência que tentam pegar uma fatia de Resident Evil, Doom, entre outros.

Pois bem, não é! KINGDOM of the DEAD é um jogo independente, desenhado a mão, em preto e branco, tirando o sangue, onde realmente o jogador enfrenta demônios, mas ele é tão nostálgico e ao mesmo tempo inovador, que parece ser uma ideia tirada de Sin City de Frank Miller.

Sobre o jogo

KINGDOM of the DEAD é um jogo de tiro em primeira pessoa de terror, com arte a bico de pena, no qual você é o Agente Chamberlain, professor que passou a general do Exército e trabalha no programa secreto do governo GATEKEEPER, cujo propósito é derrotar a Morte e seus exércitos.

Jogando

A premissa do jogo é bem simples e não precisa de mais nada. Novamente, é como mergulhar em títulos como Quake ou Doom, quando havia aquela pequena introdução e você já era jogado para dentro da aventura, ou do inferno! Um ponto interessante em KINGDOM of the DEAD, é que o jogador tem a companhia de uma espada. Mas não uma qualquer, já que ela também é um personagem.

Esta companhia interessante lembrou em alguns pontos o anime D: O Caçador de Vampiros, onde o personagem principal, D, conversa com sua mão. A comparação pode até parecer incabível, já que mão e espada são coisas totalmente diferentes, mas não neste caso, já que são personagens muito interessantes.

Dentro dos elementos da jobabilidade, KINGDOM of the DEAD é fácil. Mesmo aquele que nunca tenha jogado nada no estilo, irá se sentir tranquilo com os comandos, já que é apenas andar, olhar, atirar ou acertar com a espada, além de pegar os ítens que vão aparecendo.

Por ser um jogo em preto e branco, a ambientação fica mais grotesca, com jogo de sombras e alguns brilhos dos raios e trovões que dão um pouco mais iluminação a lugares totalmente desconhecidos. Andar em alguns pontos da tela, é realmente assustador, pois tudo é praticamente escuro.

Os inimigos são bem fáceis de serem mortos. Isso não torna o jogo mais simples ou chato. Pelo contrário, é para ser nostálgico e divertido! Nada de impossibilidades e erros de roteiro cometem as gafes de com um tiro se mata um chefe com um tiro na cabeça, mas para conseguir passar por aquele cão do inferno, é necessário uma metralhadora!

Ok, não é bem assim, mas ter que andar um mapa inteiro para achar uma chave, enquanto em outras cenas você consegue apenas dar um pontapé na porta, é demais! De qualquer forma, KINGDOM of the DEAD é um jogo rápido e em pouco mais de 4 horas você consegue finalizá-lo.

Pegue o contrato e veja se vale a pena se aventurar

KINGDOM of the DEAD começa no escritório do personagem principal, onde deverá escolher seus contratos para começar o jogo. No Fácil, o jogador terá apenas que terminar o seu contrato com poucos inimigos para enfrentar. Já na Média, você irá ter um pouco mais de dificuldade para enfrentar seus inimigos, além de ter que encontrar um item específico no mapa. Agora se for para o Difícil, terá que fazer tudo o que é pedido anteriormente e ainda resgatar reféns.

Além disso, cada contrato tem um chefe a ser enfrentado, caso contrário, que desafio é este? De qualquer forma, eles não são complicados de ser derrotados, mas dão o seu trabalho como sempre.

KINGDOM of the DEAD é um jogos que vale a pena ter. Por ter um estilo diferente de criação, ou seja, totalmente desenhado a mão, não precisar de um PC mega ultra potente e decorar vários comandos, além de ser divertido e rápido para se terminar.

Em uma época onde as aventuras para serem produtivas precisam de DLCs, KINGDOM of the DEAD é divertido por si só. Para aqueles que nunca jogaram, ou são casuais, se aventurar do modo fácil ao difícil, dará boas horas de jogatina. Mas se já é familiarizado em matar demônios, bem, vá direto ao ponto e seja feliz!

Esta versão foi fornecida pela Hook, desenvolvedora do jogo, e jogado em notebook Acer, i5, com 6 GB de RAM. Não é um dos melhores e está bem longe dos notes atuais, já que ele tem quase uma década de uso. Portanto, dá para jogar tranquilamente!

Nota do Thunder Wave
KINGDOM of the DEAD é um jogo divertido por si só, sem a necessidade de esperar por DLCs como os jogos atuais, além de ser desenhado a mão e trazer uma nostálgia para os fãs dos jogos de tiro em primeira pessoa.

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