Sydney Hunter and the Curse of the Mayan é um jogo de aventura e ação em plataforma no estilo 8 bits desenvolvido pelo estúdio independente CollectorVision Games.

O Enredo

Você joga como Sydney Hunter, um explorador que fica preso dentro de uma pirâmide maia enquanto ele está explorando a região.

Sydney logo descobre que Kinich Ahau (o deus do sol maia) e Kukulkan (o deus da serpente emplumada) quebraram o sagrado calendário Maya Haab em sete pedaços separados, pegaram quatro ídolos preciosos e os escondiam por toda a pirâmide.

Tudo isso ocorre durante o tempo de Wayab; os cinco dias de azar do ano. Isso causou um grande caos e tempo para congelar se o calendário Haab não for encontrado e reunido a tempo.

Os maias locais agora pedem a Sydney que saia e encontre todas as sete partes do calendário Haab, recupere os ídolos importantes, derrote os deuses maias e traga paz e equilíbrio de volta à civilização maia.

Ao fazer isso, restaure o tempo para continuar…

O jogo

Sydney Hunter and the Curse of the Mayan é na verdade o quarto jogo da série. Mesmo que o número 4 não esteja no título, também não há a necessidade de ter jogados as aventuras anteriores para entender a trama de Sydney. O game é completamente independente.

O game segue um estilo retrô, que parece ser um dos novos padrões do mercado, e exatamente por isso seus gráficos podem não impressionar os amantes do gênero. Mesmo assim, o herói vem no melhor estilo Indiana Jones, armado com chicote e durante sua jornada, irá enfrentar escorpiões e cobras, no melhor de Pitfall do Atari, assim como esqueletos saídos das aventuras de Ghosts’n Goblins.

Imagem: CollectorVision Games
Os gráficos do jogo lembram muitos clássicos de plataforma, o que trará uma certa nostalgia aos jogadores mais veteranos. Imagem: CollectorVision Games.

Além destes clássicos inimigos dos arcades, Sydney ainda deverá encontrar chaves como em Adventure e fugir das armadilhas. Pode até parecer que Sydney Hunter and the Curse of the Mayan é uma cópia de vários jogos antigos, até mesmo do Príncipe da Pérsia do MS-DOS ou Mega Man 3 quando precisamos destruir alguns blocos. Mas ele não é.

O game segue os mesmos padrões – por isso ser retrô -, onde a linha da ação é enfrentar estes inimigos e coletar ‘prêmios’ que o ajudarão em sua jornada. É um jogo simples e divertido, além de trazer todas as dificuldades do estilo, com pulos que precisam ser precisos para ir de uma coluna a outra e a distância correta para acertar os inimigos que aparecem pela frente com o seu chicote.

Não adianta ficar apertando os botões de maneira frenética ou jamais tirar o dedo de um dos botões achando que jogo fará tudo automático para você. É necessário paciência e saber o momento certo para pular ou acertar os inimigos. Imagem: CollectorVision Games

Por estes fatores, os gamers mais acostumados com o controle ‘nervoso’ dos battle royales, podem sentir dificuldades em ter que manter a calma e a precisão do ‘joystick‘. Assim como qualquer outro que não esteja familiarizado com este estilo plataforma.

Para os outros, mesmo casuais, Sydney Hunter and the Curse of the Mayan é uma aventura que o fará desfrutar de 13 estágios com muita ação e diversão.

Os gráficos podem ser cansativos para se jogar na tela do Switch, mas irá agradar caso possa se conectar em uma tela maior. Imagem: CollectorVision Games

A versão que recebemos, foi para o Nintendo Switch, que apresentou ótimos comandos, mas deixa a desejar um pouco nos gráficos. Não que sejam ruins, pelo contrário, mas pelo tamanho da tela o game deixa um pouco a desejar, além de cansar a vista do jogador. Mas isto melhora ao ligar o seu Switch na TV. De qualquer forma, as cores e os detalhes são muito bons. Outro ponto negativo, é sua trilha sonora que depois de alguns minutos acaba cansando.

Mesmo assim, não é nada que atrapalhe o seu desempenho e sua interação com o game.

O jogo já está disponível para PlayStation 4, Nintendo Switch, Xbox One, Microsoft Windows, macOS e Mac OS Classic.

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