segunda-feira, 18, outubro, 2021

Crítica: Se Beber Não Case! Parte III

Se Beber Não Case! Parte III chega para finalizar -e tentar recuperar o fracasso que foi a segunda parte- a saga cômica iniciada em Vegas. Novamente praticamente refazendo o roteiro do primeiro longa, a parte III se diferencia em pouquíssimos detalhes e homenageia o filme original. 

A trama tenta inovar, dessa vez optando por não mostrar um casamento ou despedida de solteiro, o foco é em Alan (Zach Galifianakis) e Mr. Chow (Ken Jeong). Alan, que já não é nada normal, parou de tomar seus medicamentos e ficou ainda mais doidão. Depois de um grave acidente com uma girafa e o falecimento de seu pai, seus parentes e amigos decidem que ele precisa de ajuda e resolvem tentar levá-lo para uma clinica para se tratar. Para conseguir essa façanha, precisam reunir “os lobos” Phill (Bradley Cooper), Stu (Ed Helms) e Doug (Justin Bartha), para levá-lo numa viagem que durará 2 dias.

Se Beber Não Case

É de se imaginar que nesse ponto irá acontecer a famosa viagem onde todos esquecem o que fizeram e vão correr atrás do prejuízo. Mas não, o roteiro resolve inovar, para poder retornar aos fatos do primeiro longa e refazer os passos, proporcionando uma certa nostalgia.

No incio da trama Mr. Chow fugiu da prisão e Marshall (John Goodman), uma grande adição ao elenco, está atrás de Chow por causa de um dinheiro roubado. No começo da viagem para levar Alan à clinica, os lobos são sequestrados por Marshall, e é aí que começa o grande trunfo e grande defeito da obra: A perfeita junção dos fatos dos dois primeiros filmes. A história em si roda apenas nisso, com a ameaça à vida de Doug, que está sendo mantido como refém, (clara volta às raízes do primeiro filme, onde Doug desapareceu durante quase todo o filme) os 3 amigos precisam achar Chow e levá-lo para Marshall. Alan

A questão é que retomar passo a passo a trama do primeiro longa finaliza muito bem a trilogia, homenageando aquele que foi o grande sucesso e dando aquele ar de missão comprida. Entretanto, novamente, não agrega nada ao roteiro. O maior problema da obra antecessora foi repetir o enredo do anterior e claramente é isso que acontece aqui, apenas mais disfarçado.

Em suma, é uma boa finalização da trilogia, sem deixar nenhuma ponta solta e trazendo de volta todos os personagens mencionados. O foco apenas em Alan e Chow e a grande quantidade de cenas de ação descaracterizam um pouco como comédia, mas funcionam.

Nota do Thunder Wave
O longa finaliza bem a trilogia, mas possui várias ressalvas na trama.

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