sexta-feira, 3, julho, 2020

Após a transmissão original, essa é a primeira vez que a série ganha uma nova versão para a TV. Em 2005, Nicole Kidman interpretou a personagem nos cinemas, no filme de mesmo nome

O seriado clássico A Feiticeira, exibido originalmente de 1964 a 1972, ganhará uma nova versão na qual a protagonista, a bruxa Samantha, será vivida por uma mulher negra casada com um homem branco. O ABC Studios encomendou um episódio piloto a Kenya Barris (‘black-ish); esse será o último trabalho do produtor na emissora antes de migrar para a Netflix.

A atriz Elizabeth Montgomery interpretou a bruxa na série original, que revolucionou, na época, com seus mais de 250 episódios divididos em oito temporadas, por abordar temas como feminismo, terceira idade, maternidade, casamento e também, mostrou como era os Estados Unidos nos quesitos empregabilidade e mercado imobiliário. A série sempre trouxe ótimos índices de audiência à emissora, assumindo o segundo lugar na preferência das famílias americanas.

A nova Samantha estará inserida num contexto um tanto quanto parecido, só que nos dias atuais com leves diferenças. Na nova versão, a protagonista será mãe solteira, terá seu emprego e se casará com Darren, segundo a sinopse, “um preguiçoso homem branco, alto e de boa aparência“. Ela encontrará dificuldades no relacionamento ao perceber que, mesmo dotada de poderes mágicos, a vida não lhe será tão fácil, se comparada ao seu parceiro.

Essa não é a primeira vez que a série original ganha um remake. Apesar de inúmeras tentativas sem sucesso de um reboot, em 2005, Nicole Kidman protagonizou o longa homônimo, onde interpretou Isabel Bigelow, uma atriz iniciante que é contratada por um estúdio de TV para juntamente com grandes astros, estrelarem uma nova versão do seriado. Só que além de ser um bruxa na ficção, Isabel é uma bruxa na vida real e a semelhança com Samantha, é mais comum do que ela imagina.

Com o bom humor peculiar da série original, a “nova” A Feiticeira pretende tratar de temas atuais e pertinentes na sociedade em geral, mais precisamente, nos Estados Unidos, como o feminino negro, o relacionamento afetivo étnico-racial e o preconceito/intolerância racial. Até o momento, não foram divulgadas outras informações sobre elenco, equipes de produção e direção e nem data de estreia.

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