segunda-feira, 8, agosto, 2022

Top 5 | Os cinco melhores filmes dirigidos por mulheres

Mesmo com pouca representatividade, as mulheres estão cada vez mais conquistando o seu espaço no cinema. Com produções dignas de prêmios e boas críticas, muitas dessas produções não se prendem ao gênero “feminino”, muito pelo o contrario. Muitas das diretoras passeiam do drama ao terror, do romance a comedia e que na maioria das vezes levantam assuntos importantes de serem discutidos na sociedade. A nossa lista de hoje traz Kathryn Bigelow, Greta Gerwig, Anna Muylaert, Patty Jenkins e Mary Harron. Grandes filmes dirigidos por grandes diretoras.

Guerra Ao Terror, 2010

Guerra Ao Terror
Cena do filme Guerra Ao Terror

A diretora Kathryn Bigelow se tornou a primeira mulher a ganhar o Oscar de Direção com este drama que tem como pano de fundo a rotina de um pelotão especializado em identificar e desarmar bombas escondidas entre os escombros do caos em que se encontra o Iraque. Jeremy Renner é o sargento impetuoso que age de forma prepotente desconsiderando os riscos que poderiam por em perigoso a própria vida e de seus colegas. Porém, é com essa ousadia que conquista resultados inesperados. Devido à boa atuação de Renner, vemos os dois lados da moeda – isso é insanidade ou determinação?  Justiça ou desapego?

Lady Bird: A Hora de Voar, 2017

Top 5 | Os cinco melhores filmes dirigidos por mulheres 1
Saoirse Ronan é a protagonista em Lady Bird

Greta Gerwig, diretora e roteirista de Lady Bird – A Hora de Voar, descreveu esse filme como uma carta de amor a sua cidade natal, Sacramento. É um filme retrata a passagem da adolescência para a juventude. E é nessa cidadezinha que dá à autointitulada “Lady Bird” (Saoirse Ronan) a rejeição à Califórnia e o sonho que move sua vida: se mudar para uma grande metrópole. A relação de Lady Bird com Sacramento a machuca e a faz crescer ao mesmo tempo

Que horas ela volta?,2015

Que horas ela volta?
Regina Casé dá a vida a empregada doméstica Val

A elogiável obra dirigida por Anna Muylaert trata justamente da contraposição das classes sociais, a trama acompanha a empregada doméstica Val (Regina Casé), que mora na casa dos patrões e é tratada como “quase” da família. Val recebe sua filha Jéssica, que veio a São Paulo para o vestibular e é “acolhida” na casa dos patrões de sua mãe. Política à parte, é inegável que nas últimas décadas o Brasil avançou na área da justiça social. Ainda que tenhamos muita desigualdade a ser combatida, alguns avanços permitiram que pessoas vistas como pertencentes a uma classe inferior possam, hoje, sonhar com um futuro antes impossível. Esse longa mostra que mesmo com tantos avanços é muito atual, pois um assunto que tem muito para ser debatido que é a figura da empregada doméstica.

Mulher Maravilha, 2017

Mulher- Maravilha
Gal Gadot interpreta Diana/Mulher Maravilha

Jenkins é a primeira mulher a dirigir um filme de super-herói com uma protagonista feminina. Com um outro olhar, a Mulher Maravilha de Patty Jenkins retrata uma personagem corajosa, determinada e nem um pouco objetificada. De longe não é escada para nenhum homem. O filme conta a história da Princesa Diana, que cresce na ilha de Themyscira. Depois que o piloto americano Steve Trevor cai no mar da ilha e é resgatado por Diana, ele fala sobre a Primeira Guerra Mundial. Ela então deixa sua casa para tentar acabar com o conflito. E neste ano, teremos a sequência, Mulher Maravilha 1984.

Psicopata Americano, 2000

Top 5 | Os cinco melhores filmes dirigidos por mulheres 2
O longa traz Christian Bale como protagonista, após um longo período longe das câmeras.

Longa dirigido por Mary Harron relata a rotina de Patrick Bateman com todos os detalhes que, de tão costumeiros, podem passar despercebidos: os exercícios abdominais, o bronzeamento artificial, o ritual de cremes e óleos, o culto ao corpo… Curiosamente é o retrato da vida urbana e capitalista a partir da narração de Bateman – um yuppie (young urban professionals – jovens profissionais urbanos que foram símbolos de uma geração ambiciosa que circulava na Wall Street de Nova York). Baseado no livro de mesmo nome, o filme traz uma crítica social muito importante: o que o consumo desenfreado pode causar? É a imagem do sonho americano sendo destruída.


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